12.3.13

Contribuis?

  Bem, eu estou a aumentar a minha lista de músicas a tocar na guitarra (acústica) e queria que vocês contribuíssem com músicas do vosso agrado. :) Se eu me desse bem com elas, ainda podia por um vídeo ou o áudio da minha versão.

9.3.13

The Water

  Dizem que a água é símbolo de pureza, de vitalidade, de vida, de leveza...
  Eu sempre gostei de água! Quando era pequenina (e ainda atualmente) passava 2 horas seguidas na água, quando ia à praia. No mar sinto-me poderosa. Sinto que consigo vencer a gravidade. Abro os braços e sinto-me voar!


  Quando fui a Cabo Verde, tive o prazer de estar a quase 20 metros da costa com uma água (razoavelmente) temperada. Estava a chover uma chuva quente (tropical) e estar rodeada de água não me assustou. Começou a fazer vento, os relâmpagos, wow... Sentir de perto tamanho fenómeno natural é, no mínimo, privilegiante. Grandioso até!
  A sensação de estar a flutuar (sem ter de sentir câimbras) é fantástica, é mágica! E ainda cometi a loucura de saltar de um penhasco de 6 metros apenas para voar por alguns segundos... Começo a achar que a liberdade tem imensa influência nas minhas ações/decisões...


  Já para não falar daqueles dias chuvosos e ventosos que me fazem ficar à janela durante horas... Vendo o vento fustigar árvores e o dilúvio cair do céu. Devo dizer que já fiquei constipada várias vezes só para olhar para o céu e sentir a água cair-me no rosto. Uns diriam estupidez (a minha), eu diria paixão...
  Mas todos cometemos loucuras... 

"A pior das loucuras é, sem dúvida, pretender ser sensato num mundo de doidos."

Erasmo




7.3.13

BBC- Amor eterno

Subir ao palco de novo... hum... Intenso, assustador, desconfortável... Atuarei amanhã à noite. Wish me luck...

5.3.13

Tristezas não pagam dívidas, mas ajudam-me a compor músicas.

4.3.13

Marcada


            No sábado levei a surra da minha vida. Tudo porque queria ter voz, queria ter opinião. Queria que me escutasses pai, que me reconhecesses. Em vez disso, saltou a mãe como uma leoa e defendeu a posição de pai e autoridade que tens. Bati o pé, queria que cedessem! Minutos depois, arrependi-me.
A minha mãe obrigava-me a ir para o quarto de qualquer maneira, chegando mesmo a agarrar-me pelos cabelos. Ela queria exilar-me, ainda que fosse apenas a alguns metros da sala. Queria calar-me, queria que eu me submetesse. Lutando contra a dor e berrando para que parasse, ela continuava a marcar-me com aquelas mãos que me faziam carícias, outrora. Ouvia o meu pai de fundo a gritar “arranca-lhe a cabeça” como se de um duelo de gladiadores se tratasse. A meio do corredor cedi… sem forças olhei-a nos olhos e perguntei “se és mãe, como sei que és, não me abandones”. Ela responde friamente “se és minha filha, obedece-me”… deixei-me arrastar pela perna que estava magoada… Abandonada e incompreendida fui deixada no quarto… Trancada até. Pulei a janela desesperada em busca de ar. A minha mãe abandonara-me, arrancara-me metade do cabelo, fizera-me sangrar… Agora estava eu numa rua deserta, descalça e despenteada… Perdida e sem rumo. Que haveria de fazer senão chorar? Quando vi algumas aproximarem-se, corri. Ninguém me veria naquele estado, mas precisava que alguém me acalmasse. Entrei pela janela, exatamente de onde tinha saído e sentei-me em cima da cama, sentindo os pés duros e frios daquela corrida sobre brita. Deitei-me e esperei acordar do pesadelo. “WAKE UP!” Berrei… quis acordar… Só sentia dor real, provando-me (infelizmente) que não estava a sonhar. Liguei à única pessoa que me iria atender. Ao menos tinha uma. Despejei, chorei, solucei…
Agora que só restam marcas e pouco cabelo, ainda não te compreendo, mãe. Não te endendo, mas não guardo rancor. Admiro-te e continuo a gostar muito de ti. Ainda que não tenhas pedido desculpa, eu perdoo-te.
Quanto a ti, pai, não espero nada mais de ti.

3.3.13

Vou fazer um InterRail pela Europa... I'm really excited... Mas até lá...
O meu blogue é como a minha vida: muitos passam, poucos fazem a diferença.

2.3.13

O Desespero #1

                Escrever: algo que se faz de livre e espontânea vontade; algo que se faz feliz; ato de libertar e canalizar ideias e/ou pensamentos de forma a tornar o autor “mais leve”.
                Escusado será dizer que pareço um pedaço de papel amarrotado. As coisas que passam pela minha cabeça são tão deprimentes, que acho que nunca me imaginei encontrar-me num estado tão decrépito e miserável como neste meu estado atual. Chegar ao ponto de ter pena de mim própria acho que é mesmo (mesmo) o fim do poço. E vou eu, numa espiral sarcástica onde tenho pena de sentir pena… Shame on me...  Burn me then…
                Contarei por partes quão bem vai a minha maravilhosa vida, de uma maneira regressiva.
                Parte um: distensão muscular, glúteo direito – traduzido: rasguei o músculo do traseiro…
                Ainda mais virá!...

                Pense-se então: durante os picos depressivos, há uns dias em que parece que te estás a recuperar e há outros em que parece que te estás a afundar ainda mais. Tinha arranjado no desporto uma forma de elevar o meu “eu”, levando o meu corpo aos limites e ao pensamento “ter um objetivo é sempre bom”. Estava finalmente a ver resultados. Não por me dizerem “ENA!, estás bem mais magra!”, porque na realidade não era isso que sentia, mas por me sentir mais tough girl. Caí algumas vezes e… bem, levantei-me outras tantas. E, lá por volta da vigésima-quarta ou vigésima-quinta vez em que me tentava levantar, senti o corpo mal aquecido e uma dor latejante na coxa. Caricata situação: não conseguia sair da “posição de gatas” e, bem, proporcionei bastantes risos à malta que fazia de plateia, inclusive ao pessoal da ambulância, que esteve mais de meia hora para me conseguir levar para o hospital minimamente confortável. Os risos não me afetaram. Até eu me estava a rir das minhas desventuras. O pior era ter de lidar com a falta do meu “elevador”. Sentindo que a vida ia tirando tudo de mim, saí do ginásio, de maca e de cabeça baixa…

28.2.13

Desabafo Meteo: 0 graus para Leiria. Se pensavam que o frio estava a arrumar as suas trochas, desenganem-se. Ainda pode nevar. Cuidado com a gripe A, e com a comum. Agasalhem-se a valer.

2.12.12

FacePalm

  As pessoas devem achar que a cura para os meus problemas é arranjar "gajos"... Sim, porque esses têm o dom de me alegrar não é? -_- E se eu for lésbica??

Cute*


Mas 'tá frio...

26.11.12

I just hate being depressed! HATE crying for no reason and feeling the worst masterpiece of crap ever.

19.11.12

Para Piorar

  Fico extremamente espantada com a quantidade de visualizadores passivos que passam pelo meu blog... É desanimador... :(

16.11.12

Depressão

Parece que anti-depressivos farão parte do meu dia a dia.

12.11.12

The Unknown


Heart Of Stone

  Ele - Eu nunca contei a ninguém, mas eu já andava preocupado contigo. Toma conta de ti, por favor, miúda!
Eu - Sim, como se fizesse diferença...
Ele - Acredita que faz!
Eu - Não, não faz!
Ele - Não faz porquê?
Eu - Porque viva ou morta, simplesmente me sinto da mesma maneira.
Ele - Não digas isso!
Eu - Podes até não querer ouvir, mas não é não o dizendo que deixa de ser verdade...

9.11.12

Auto-Mutilada



Help, I have done it again 
I have been here many times before 
Hurt myself again today
And, the worst part is there's no-one else to blame 

Be my friend 
Hold me, wrap me up 
Unfold me 
I am small 
And needy 
Warm me up 
And breathe me 


Ouch I have lost myself again 
Lost myself and I am nowhere to be found, 
Yeah I think that I might break 
I've lost myself again and I feel unsafe

7.11.12

Storm took the Wind

  É mais fácil fingir do que tirar a máscara. Não os preocupar. Aquela que costumava ser ficou adormecida.
  Cantar... Costumava deixar-me contente e feliz. Hoje em dia relembra-me quão básica sou. "Alegra-te! Puxa por ti! Faz algo de útil!" dizia eu para mim todos os dias de manhã, esperando que isso fizesse a diferença. E fazia! Não do modo certo, não com o seu propósito.
  Voltaram os fantasmas, os eméticos, a falta de apetite, a revolta e o sentimento de inutilidade.
  Gostava de ouvir indie... alegrava-me e agora irrita-me. Tudo suave, tudo soft e harmonioso só para me lembrar do quão desequilibrada estou. Bamba, confusa, sem chão. "Get your ass up now! Pára de te lamentar e de te fazeres sentir como um asco!"... Tinha eu pena de mim mesma e do estado deplorável em que me encontrava e olhando-me ao espelho não sabendo para o que olho. "Quem és tu?" Sou a x, vivo ali perto de tal... "Não te perguntei onde vives nem o teu nome! Quem és?" Então, eu nasci aqui, tenho descendência afri... "Não te perguntei onde nasceste! Quem és?" Ora, sou alta, tenho os olhos escu... "Não te pedi para me dizeres as tuas características físicas ou psicológicas! Quem és?"... Não sei! "És feliz?" Talvez... "És infeliz?" Mais ou menos... "O que gostas em ti?" .........Aaa.....Pois... (Oh, vá lá! Consegues fazer melhor que isto!)... (Silêncio)...
  Eu costumava gostar de escrever... Costumava... Passado...
  Será isto uma perda de tempo? "A psicóloga tem pessoas mais importantes e preocupantes para atender." "Será que tenho, Tânia? Diz-me tu!"